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domingo, 31 de março de 2013

Ciclofaixa de Itu, domingo de Pascoa

Soube no dia anterior que a cidade de Itu tem uma ciclofaixa, eu descobri quando vi a sinalização que estava na rua, que marcava o horário – 07h00 até 12h00. Eu acho muito curto o tempo, mas depois entendi a razão de ser um período curto.

Levantei cedo para pedalar na ciclofaixa, que ficava relativamente perto de onde eu estava.

Cheguei e tive uma surpresa, não era apenas uma faixa e sim uma rua de laser, alguns quarteirões, eu vi mais pessoas andando e correndo que pedalando, os poucos ciclistas que eu vi não tinham equipamentos, tais como capacete e luvas. Tinha os skatistas e moleques que tirava a roda da frente da bike e ficava pedalando apenas na roda de trás, porque eles não compram um monociclo? Pensei.

A ciclofaixa era muito curta, nem 5 Km, me deixando chateado, então emendei na ciclovia que liga a cidade de Itu até Salto, que é muito mais gostoso pedalar por esta ciclovia, também é curta, entorno de 13 Km. No caminho encontrei algumas bicicletas, mais até que a ciclofaixa de Itu, encontrei também uma moça passeando com o cachorro e um senhor montado no cavalo... Uma ciclovia que até cavalo tem, inusitado.

Passar o feriado da Páscoa foi muito bom, além de passar junto da família, pedalei bastante, mas o feriado estava chegando ao fim e em breve voltaria para São Paulo, pois na segunda-feira o dia será de descanso, me recuperando de tantas pedaladas, o corpo agradece este merecido descanso.

sábado, 30 de março de 2013

Em busca do Varvito, sábado de aleluia


Acordei cedo e fui em busca do parque do Varvito, uma antiga pedreira com uma formação rochosa de beleza única.

Pedalei guiado pelo mapa que tinha visto na internet, mas em certa altura do caminho, eu sai da rota, bastou pedir informação para voltar ao caminho certo, pois eu não estava longe.

Foi muito fácil chegar ao Varvito, deixei a bike presa em um paraciclo e fui caminhar no parque.

Para entrar é grátis. Passei pela portaria e peguei um informativo e aprendi um pouco sobre as formações rochosas do Parque do Varvito.

O Parque do Varvito é um patrimônio tombado pelo Condephaat, foi construído em uma área de 44.346 m² em uma antiga pedreira.

O Varvito é o nome utilizado pelos geólogos para denominar um tipo de rocha sedimentar única, formada pela sucessão repentina de lâminas ou camadas, cada uma delas depositada durante o intervalo de um ano.

Foi muito agradável passear pelo parque, o dia estava lindo, não tinha muitas pessoas, as poucas tiravam fotos admiradas pelas formações que estavam escondidas por milenios, uma ernegia incrível.

Depois de uma hora circulando, parei para um lanche e depois teria mais pedal nas ruas de Itu.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Na noite em Itu - sexta-feira da paixão.

     Depois de descansar fui novamente pedalar nas ruas de Itu, como eu tinha dito, eu não estava cansado.

    A cidade estava tranquila, acredito que as pessoas, na sua maioria estavam nas igrejas, pois a cidade de Itu é repleta de igrejas. Pude ver estas pessoas desaparecidas em uma procissão, que acabei desviando e pedalando em outra rua na região central.

    Algumas docerias, sorveterias e lanchonetes estavam abertas, inclusive uma casa de açaí que gosto muito, quase parei para tomar um copo bem reforçado, mas deixei para o dia seguinte, pois o cansaço estava vindo.

De São Paulo até Jundiaí e chegando em Itu

     Não é a primeira a vez em que eu faço este caminho, aprendi segui-lo e cada vez mais fica tranquilo ir de São Paulo até Itu, não que eu pedale diretamente até Itu, vou de trem, linha-7, rubi que sai da estação da luz. Demora entorno de uma hora para chegar em Jundiaí, parando por inúmeras estações. Desta vez não estava lotado por ser feriado, mas tinha um número razoável de pessoas que estavam indo passar o feriado na casa de parentes.
    As pessoas ainda não estão acostumadas a dividir o vagão com as bicicletas, me olhando com um intruso.
    Antes de chegar na estação final que é em Jundiaí, tivemos que descer e pegar outro trem. O outro trem que tivemos que pegar estava mais cheio, não tive problemas, fomos nos adaptando e a cada estação foi esvaziando.
    Finalmente chego em Jundiaí onde a segunda parte da jornada começa, pedalar em torno de ciquenta quilômetros até Itu.
    Da estação até a rodovia não é muito longe e como era feriado estava com um número reduzido de carros e tinha algumas bikes circulando.
    Para pegar a estrada que vai até Itu, tem um trecho que passa pela rodovia anhanguera, nada complicado, apenas prestar atenção aos carros e principalmente aos caminhões.
    A rodovia estava tranquila, sem oferecer perigo a quem pedala na lateral direita no acostamento, apesar de ser a parte mais suja da estrada, onde se encontra pedaços de pneus, cacos de vidros, mas nada muito sério, da última vez que peguei esta estrada tive o pneu furado por um caco de vidro grande.
    A manhã estava boa para pedalar, sem sol, sem chuva, não estava frio e também não estava muito quente.
    Fiz uma parada, depois de uma hora e meia pedalando para tomar o gel e tomar água, aproveitei e tomei também um isotônico. Logo logo estaria em Itu, as subidas tinham diminuido e ficava mais fácil pedalar, até que eu pude avistar a cidade de Itu, me indicando que eu estava às portas dela e bastava entrar, então entrei.
    Não muito cansado cheguei no meu destino com muita satisfação em pedalar fazendo a atravessia de uma cidade para a outra.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Cracolandia

   

     Sempre pego a esquerda indo para a Avenida Paulista, mas hoje fiz diferente, fui para o lado direito na Rua vergueiro que me levaria até o centro, conhecido como centro antigo. Logo cheguei na Praça da Sé, rumo ao viaduto Santa Efigênia, chegando na Líbero Badaro. 
    Pertinho da estação da Luz, na antiga rodoviaria, vi a multidão que vagava sem direção, estava na cracolândia.   
    Gosto muito de ir até ao SESC Bom Retiro, e às vezes deixo a Veló lá para ir em algum lugar no centro que eu não possa leva-la.
    Este SESC fica na Alameda Nothmann pertinho do lugar que apelidaram de cracolândia, pelo fato de haver muitas pessoas que são viciadas em crack, elas ficam largadas por lá, vagando parecendo zumbis, é de doer o coração, eu não tenho medo, como muita gente relata para mim quando digo que passo por lá. Vi uma turma que vem para ajuda-los, ou pelo que parece ser ajuda.





terça-feira, 26 de março de 2013

Indo dar aula na São Judas


    Enfrentar a Rua Domingos de Morais e depois a Avenida Jabaquara não é fácil, pois temos que ficar atentos às motos, aos carros, aos ônibus e pessoas que pulam na frente da bike, sem falar dos buracos e das crateras que encontramos no meio do caminho, e como tem buraco nesta cidade, parece a lua, assim com muita atenção vou desviando e pedalando até chegar no lugar onde vou dar aula de Yoga.

  

domingo, 24 de março de 2013

Butantã

    Acordei cedo para pedalar, o dia estava ótimo, pois estava nublado e sem chuva. Resolvi então ir até o butantã, pedalei do bairro da Casa Verde, zona norte da cidade de São Paulo, cruzando o bairro da Pompéia, subindo pela Dr. Arnaldo e descendo até a praça Panamericana, já estava perto da cidade universitária. Peguei um trecho na ciclofaixa que tem todo domingo e feriados, espalhado pela cidade.

    O trânsito carregado me fez virar em um portão e vi algumas pessoas pedalando, porém estava fechado, dois quarterões à frente eu encontrei uma portaria com alguns carros entrando, tentei entrar e fui barrado por um guarda que me informou que só aluno poderia entrar, porém falei que tinham pessoas pedalando, ele foi irredutível, quando estava para sair vi que três pessoas entraram e não eram alunos, dei meia volta e dei uma de “chato”, queria saber porque os outros que estavam perto de mim entraram e eu não podia, rebati dizendo que isto era discriminação, queria entrar com esta argumentação, pois percebi que não tinha critério para deixarem as pessoas entrarem, assim o outro guarda disse que um a mais, um a menos para pedalar não tinha importância.

    Dentro da cidade universitária vi muitas pessoas que não eram alunos, pois tinha crianças brincando, outros levando o cachorrinho para passear, muitos pedalando, tentei entender o porquê não deixar as pessoas entrarem.

    Fui descobrir a cidade universitária, que estava muito bonita e gostosa para pedalar.

    Eu recomendo para quem quer um lugar tranquilo, porém o que me chamou atenção foi em que certa altura do meu pedalar onde queria descobrir mais, escutei um guarda me chamando e parei para saber o que estava fazendo de errado, ele me informou que para onde eu estava indo, estavam roubando bicicletas, achei estranho, que em uma cidade universitária, onde existem assaltos, na qual sabem e nem tomam providências, apenas informam que é perigoso pedalar.

    Pedalar na cidade universitária não estava nos planos, queria mesmo ir até o Butantã, mas não fui, cheguei perto do portão principal e resolvi ir embora, estava satisfeito por ter conhecido a USP, em outra oportunidade conhecerei com mais atenção os parques que existem no Butantã.

Voltei novamento no fuxo da ciclofaixa e rodar pela cidade
 

sábado, 23 de março de 2013

Perdido no Imirim


     Fui da casa da minha irmã até a minha sobrinha, detalhe, fica 6 minutos pedalando e eu conheço onde fica e mesmo assim consegui me perder, 6 minutos perdido, sei que não é estar totalmente perdido ao ponto de pedir informações, pois virei em uma rua errada e acabei em uma rua certa, foi subir um pouco mais e descer da bike, pois estava na contramão, foi andar um pouco e voltar novamente para pista que me levava para a casa de minha sobrinha.

    Na volta, confiante de que não iria me perder, passei novamente pela rua em que deveria entrar, dei meia volta e voltei encontrando o meu caminho. Perder no caminho também é um outro caminho.

Fim do descaso


     O celular tocou e vi no visor um número desconhecido, como sou professor de Yoga, muitas pessoas entram em contato pelo meu número que eu deixo no blog, ou um amigo que recomenda as aulas, mas não era ninguém querendo aula e sim da bicicletaria dizendo que a limpeza e a regulagem estavam prontas e poderia retirar a magrela novinha em folha.

   Assim que a aula terminou saí direto para pegar a bike, limpinha novamente e toda lubrificada, estavamos descansados e prontos para pedalar pela cidade.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Descanso

    Descansar faz bem, mas a vontade de pedalar pela cidade é grande, Eu estava um tempo sem usar o transporte público e me senti fora de forma, não gosto de ficar parado no transito, é estressante, não que pedalar pelas ruas de São Paulo não seja estressante, mas é melhor que ficar preso em um ônibus ou refém de um metrô cheio.


quinta-feira, 21 de março de 2013

Limpeza geral

    Voltei da praia com a bike cheia de areia na corrente e na catraca também, além de eu estar devendo uma limpeza geral pela viagem que fiz no Caminho do Sol. Levei a minha magrela para uma limpeza e lubrificação geral para as próximas viagens e trocar a pastilhas do freio traseiro que foi exigido na descida da serra, pois o meu freio é v-break que tem pastilhas.

    Fui até a bicicletaria e deixei a minha bike, com dor no coração, mas não tinha jeito, talvez na segunda-feira ela esteja pronta para pedalarmos.